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domingo, maio 9, 2021

Desembargador é condenado por vender sentenças e receber milhões  enquanto esperava julgamento

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Beatriz Oeiras
Beatriz Oeiras
Beatriz Oeiras é jornalista e fotógrafa, apaixonada por pessoas e histórias. Atualmente desenvolve trabalhos voltados para a área política.

Imagem ilustrativa

O desembargador aposentado, Amado Cilton Rosa, nos últimos 10 anos recebeu mais de R$ 6 milhões em salários e benefícios do Tribunal de Justiça do Tocantins. Durante o período, ele se manteve afastado do por decisão da Justiça no tempo em que aguardava seu  julgamento. A acusação era de que teria vendido sentenças durante o período em que atuou no TJ. O caso foi revelado pela Operação Maet, da Polícia Federal, em 2010.

Cilnton ficou afastado do cargo por quase 10 anos enquanto aguardava a decisão. O CNJ decidiu aposentá-lo compulsoriamente, mas ele vai continuar recebendo mais de R$ 30 mil por mês durante a aposentadoria.

Governador do Estado decreta ponto facultativo nos dias 22 e 23 de abril

Na última terça-feira,20,  o Conselho Nacional de Justiça deliberou que as acusações são verdadeiras e que por isso Cilton deveria ser aposentado compulsoriamente

Mesmo com a aposentadoria, os conselheiros conservaram os proventos proporcionais de Cilton. O que resulta na continuação do seu salário, mais de R$ 30 mil pagos mensalmente com dinheiro público pelo Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev).

Dentre as  provas apresentadas no inquérito contra o desembargador aposentado, esta um cheque assinado pela mulher dele e entregue à família de um acusado de homicídio. Se o desembargador não concedesse o habeas corpus, o cheque no valor de R$ 50 mil poderia ser descontado. O relator do caso, Fernando Keppen, expôs que outras decisões teriam sido comercializadas por valores entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.

O processo criminal corre separadamente, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Amado Cilton deve ser ouvido nos próximos dias e ainda não há prazo para que este julgamento esteja concluído. Sua defesa nega qualquer suposta irregularidades e diz que vai recorrer da decisão do CNJ.

No Tocantins, esse caso gerou enorme repercussão, visto que Clinton não era juiz de carreira, sua vaga era a do chamado ‘quinto constitucional’, um percentual da composição dos tribunais que, por lei, deve ser reservado a integrantes do Ministério Público ou da Ordem dos Advogados do Brasil. Antes do cargo de desembargador, Cilton era procurador do Ministério Público do Tocantins.

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