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quarta-feira, junho 23, 2021

Projetos indígenas são apoiados pela Lei Aldir Blanc

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Cinthia Abreu
Cinthia Abreuhttps://www.mvnoticias.com.br
Cinthia Abreu é jornalista e produtora cultural há cerca de 20 anos. Apaixonada por arte, cultura, natureza, turismo, o Tocantins e sua gente. Sempre disposta a ouvir e contar histórias. Email: [email protected] Instagram: @ciabreu

O reconhecimento aos povos ancestrais do Tocantins está presente no Edital 21, exclusivamente dedicado aos Povos Indígenas, e também se faz presente como temática em projetos aprovados em outros editais da Lei Aldir Blanc, lançados no ano passado, para minimizar o impacto gerado pelas medidas de enfrentamento da Covid-19, e que serão executados ao longo de 2021. Os editais foram elaborados pela Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), por meio da Superintendência de Cultura, e previamente discutidos com os integrantes do Conselho de Política Cultural do Tocantins (CPC-TO).

Por meio do edital específico aos Povos Indígenas foram aportados R$ 675.000,00 para pagamento de prêmios. Ao final do processo de seleção foram aprovados sete projetos, que juntos somam o valor de R$ 239.500,00. São eles: Escola Tradicional Tyrkren, proposto por Getúlio Orlando Krahô; Pintercâmbio Cultural dos Povos Indígenas de Tocantins e Maranhão, de André Cuhehke Krahô; Artesanato Índígena Xerente: Resgate e transmissão dos saberes dos anciãos para as crianças e jovens, de Ikwatkadi de Brito Xerente; Luta Corporal – INY IJESÚ, de Domilto Inaruri Karajá; 10envolver Akwê Xerente, de Sikupti Maciel de Brito Xerente; I Encontro Cultural Indígena Xerente em Rio Sono, proposto pela ACRS Terra Dourada, e Cantos e Mitos: Manter Viva Nossa Voz, de Gustavo Xôhtyc Krahô/Associação Centro Cultural K’YJRE.

Prefeito de Nova Olinda é intubado e primeira-dama testa positivo

Com seu projeto, Domilto Inaruri Karajá, também conhecido como Bill, quer mostrar a importância da luta corporal INY IJESÚ no contexto da preservação de todo o ritual de passagem dos meninos Iny para para vida adulta, o Hetohoky. “Historicamente, o grande lutador reinava na aldeia, ele não deixava passar no rio Araguaia, porque primeiro tinha que lutar para passar por ele, e as pessoas passavam de madrugada para não lutar com lutador forte, por isso ele tinha influência muito forte na vida da comunidade indígena Iny”, diz, explicando que o confronto acaba quando um lutador consegue derrubar outro de costas no chão. A regra geral é lutar por duas vezes, ganhar as duas ou empatar, para seguir em novo desafio. “O lutador se prepara ao longo da vida para adquirir a técnica de luta com uso de perna e a técnica de defesa para evitar as habilidades de seus adversários”, completa.

Além dos projetos do Edital 21, também foi aprovada proposta da Associação Indígena Awkere para a realização da 11ª Feira Krahô de Sementes Tradicionais, no valor de R$ 98 mil, pelo Edital 03, na categoria  Cultura Tradicional, Popular e Urbana. O evento tem previsão para ser realizado no mês de junho, na Aldeia Cachoeira, que possui 425 habitantes. A etnia tocantinense foi pioneira no resgate, preservação e difusão de suas sementes, um trabalho iniciado há 27 anos.

“As Feiras de Sementes Tradicionais são muito importantes para o nosso povo, pois elas nos trazem incentivos e mostram caminhos práticos que nos possibilitam continuar conservando nossas sementes tradicionais, sem precisarmos de solicitar sementes externas”, explica o cacique Pehrà Krahô. A primeira edição ocorreu em 1997, porém o evento tornou-se inviável nos últimos anos. “Cada semente é um filho nosso, precisamos cuidar para fortalecer nossa mãe Terra”, ressalta o cacique.

Atenção idosos: Vacina chega para pessoas com mais de 66 anos

“Tenho certeza que os projetos apresentados por indígenas e associações trarão grande benefício às suas comunidades e maior conhecimento sobre suas tradições por parte do público em geral”, comemora o presidente da Adetuc, Jairo Mariano, ao informar que a elaboração de editais por segmento teve como meta atender o maior número possível de representantes da arte e da cultura tocantinense, sendo esta uma das determinações do governador Mauro Carlesse desde o início da pandemia.

Outros projetos

A temática indígena também está presente em outros projetos aprovados por meio da Lei Aldir Blanc. O Edital 13 – Artesanato traz o projeto proposto pela historiadora Amanda Ferreira Teixeira, para realização da Mostra de Cultura e Produção de Artesanatos Ixybiòwa. Por meio do Edital 17 – Literatura, o indigenista Fernando Schiavini aprovou a produção do livro O Tribalismo, enquanto o Edital 18 – Mestres e Mestras traz o projeto Valorização e Comercialização do Artesanato na Terra Krahô, proposto por Simone Moura. Já o músico Paulo Henrique Braga (Paulinho Braga) aprovou o projeto Sonoridade dos Povos Indígenas pelo Edital 19 – Música.

“Nosso catálogo pretende promover e valorizar o patrimônio cultural mantido vivo pelo povo Krahô, será um convite para o leitor conhecer um mundo tecido em sementes, contas, linhas e tramas pelas mãos habilidosas e o olhar atento dos artesãos Krahô”, explica Simone Moura, ao ressaltar que a Associação Centro Cultural Kyire receberá 500 exemplares para serem levados às feiras, no Brasil e exterior.

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O reconhecimento aos povos ancestrais do Tocantins está presente no Edital 21, exclusivamente dedicado aos Povos Indígenas, e também se faz presente como temática em projetos aprovados em outros editais da Lei Aldir Blanc, lançados no ano passado, para minimizar o impacto gerado pelas medidas de enfrentamento da Covid-19, e que serão executados ao longo de 2021. Os editais foram elaborados pela Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), por meio da Superintendência de Cultura, e previamente discutidos com os integrantes do Conselho de Política Cultural do Tocantins (CPC-TO).

Por meio do edital específico aos Povos Indígenas foram aportados R$ 675.000,00 para pagamento de prêmios. Ao final do processo de seleção foram aprovados sete projetos, que juntos somam o valor de R$ 239.500,00. São eles: Escola Tradicional Tyrkren, proposto por Getúlio Orlando Krahô; Pintercâmbio Cultural dos Povos Indígenas de Tocantins e Maranhão, de André Cuhehke Krahô; Artesanato Índígena Xerente: Resgate e transmissão dos saberes dos anciãos para as crianças e jovens, de Ikwatkadi de Brito Xerente; Luta Corporal – INY IJESÚ, de Domilto Inaruri Karajá; 10envolver Akwê Xerente, de Sikupti Maciel de Brito Xerente; I Encontro Cultural Indígena Xerente em Rio Sono, proposto pela ACRS Terra Dourada, e Cantos e Mitos: Manter Viva Nossa Voz, de Gustavo Xôhtyc Krahô/Associação Centro Cultural K’YJRE.

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Com seu projeto, Domilto Inaruri Karajá, também conhecido como Bill, quer mostrar a importância da luta corporal INY IJESÚ no contexto da preservação de todo o ritual de passagem dos meninos Iny para para vida adulta, o Hetohoky. “Historicamente, o grande lutador reinava na aldeia, ele não deixava passar no rio Araguaia, porque primeiro tinha que lutar para passar por ele, e as pessoas passavam de madrugada para não lutar com lutador forte, por isso ele tinha influência muito forte na vida da comunidade indígena Iny”, diz, explicando que o confronto acaba quando um lutador consegue derrubar outro de costas no chão. A regra geral é lutar por duas vezes, ganhar as duas ou empatar, para seguir em novo desafio. “O lutador se prepara ao longo da vida para adquirir a técnica de luta com uso de perna e a técnica de defesa para evitar as habilidades de seus adversários”, completa.

Além dos projetos do Edital 21, também foi aprovada proposta da Associação Indígena Awkere para a realização da 11ª Feira Krahô de Sementes Tradicionais, no valor de R$ 98 mil, pelo Edital 03, na categoria  Cultura Tradicional, Popular e Urbana. O evento tem previsão para ser realizado no mês de junho, na Aldeia Cachoeira, que possui 425 habitantes. A etnia tocantinense foi pioneira no resgate, preservação e difusão de suas sementes, um trabalho iniciado há 27 anos.

“As Feiras de Sementes Tradicionais são muito importantes para o nosso povo, pois elas nos trazem incentivos e mostram caminhos práticos que nos possibilitam continuar conservando nossas sementes tradicionais, sem precisarmos de solicitar sementes externas”, explica o cacique Pehrà Krahô. A primeira edição ocorreu em 1997, porém o evento tornou-se inviável nos últimos anos. “Cada semente é um filho nosso, precisamos cuidar para fortalecer nossa mãe Terra”, ressalta o cacique.

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Outros projetos

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“Nosso catálogo pretende promover e valorizar o patrimônio cultural mantido vivo pelo povo Krahô, será um convite para o leitor conhecer um mundo tecido em sementes, contas, linhas e tramas pelas mãos habilidosas e o olhar atento dos artesãos Krahô”, explica Simone Moura, ao ressaltar que a Associação Centro Cultural Kyire receberá 500 exemplares para serem levados às feiras, no Brasil e exterior.

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Por meio do edital específico aos Povos Indígenas foram aportados R$ 675.000,00 para pagamento de prêmios. Ao final do processo de seleção foram aprovados sete projetos, que juntos somam o valor de R$ 239.500,00. São eles: Escola Tradicional Tyrkren, proposto por Getúlio Orlando Krahô; Pintercâmbio Cultural dos Povos Indígenas de Tocantins e Maranhão, de André Cuhehke Krahô; Artesanato Índígena Xerente: Resgate e transmissão dos saberes dos anciãos para as crianças e jovens, de Ikwatkadi de Brito Xerente; Luta Corporal – INY IJESÚ, de Domilto Inaruri Karajá; 10envolver Akwê Xerente, de Sikupti Maciel de Brito Xerente; I Encontro Cultural Indígena Xerente em Rio Sono, proposto pela ACRS Terra Dourada, e Cantos e Mitos: Manter Viva Nossa Voz, de Gustavo Xôhtyc Krahô/Associação Centro Cultural K’YJRE.

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“Nosso catálogo pretende promover e valorizar o patrimônio cultural mantido vivo pelo povo Krahô, será um convite para o leitor conhecer um mundo tecido em sementes, contas, linhas e tramas pelas mãos habilidosas e o olhar atento dos artesãos Krahô”, explica Simone Moura, ao ressaltar que a Associação Centro Cultural Kyire receberá 500 exemplares para serem levados às feiras, no Brasil e exterior.

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